Protagonistas do Tutore@d


Cristyano Ayres

Paula Patricia Santos Oliveira Santana









quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Considerações para o Fórum, Linguagem Não-Verbal da Formação Aberta do Instituto Airton Sena - TEMA: O INTERNETÊS

Olá pesso@l,


 Sabemos que o internetês é a linguagem utilizada no meio virtual, mais precisamente nas salas de bate papo como orkut, messenger, blogs e outros. Como foi se tornando uma prática na vida de todos, as pessoas passaram a abreviar as palavras de forma instantânea e padronizada, com o objetivo principal de tornar mais ágil a comunicação, fazendo dela uma linguagem taquigráfica, fonética e visual.
 Como vemos em Gramática Histórica, quando tratamos dos assuntos Metaplasmos,  Anglicismos e Neologismos, temos uma tendência muito grande em reduzir palavras, introduzir vocábulos estrangeiros ou até mesmo criar palavras, como é o caso de vossa mercê – você, hot dog ou como diz Paulo José, meu filho de 10 anos “mãe quero sobremesar (comer a sobremesa)...  então percebo, muito particularmente, que o internetês é um novo meio de comunicação, uma forma nova de comunicar pensamentos, emoções e sentimentos de um jeito criativo e sintético de falar pela internet de uma forma tão automática que algumas pessoas, em sua maioria crianças e jovens, não conseguem dissociá-la do cotidiano e utiliza esta linguagem inclusive no manuscrito em bilhetinhos e recadinhos em papel.
 Porém, essa ‘customização’ do português à Internet vem sendo criticada por alguns linguistas puristas, que acreditam na descaracterização do português devido ao uso desses recursos. Outros estudiosos, contudo, não acreditam nesta possibilidade, caso o usuário tenha uma base estudantil sólida e saiba o que utilizar nas situações dadas.
 Se lembrarmos ainda o que nos diz Marcos Bagno  sobre a linguagem na net -"os sinais gráficos ou radicais abreviaturas comuns nos textos se inserem em um cenário perfeitamente compreensível. As abreviações tentam ganhar tempo na comunicação digital, uma aproximação do tempo da fala real" - analisaremos o internetês como uma forma de expressão moderna, celere e genuína.
 Como sou seguidora dos lingüistas que concebem a língua como viva, dinâmica, apta à transformações, que se modifica de acordo com a visão de mundo do seus falantes/usuários só vejo problema no internetês caso algum dia ele perca sua função comunicativa, como supõe Francisco Borba: o internetês pode "chegar a uma forma tão condensada e complexa que se torne obscura e secreta. O que não podemos no momento é negar a presença e a força do internetês.

 Bjos Virtuais!!

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Laboratório Virtual de Línguas: uma necessidade em EAD

      Criar um Laboratório de Línguas dentro do sistema de uma Ambiente Virtual de Aprendizagem serviria de apoio pedagógico ao EAD principalmente no que se refere ao ensino de línguas estrangeiras e vernáculas.
      Se pensássemos em ensinar uma língua estrangeira ou vernácula o ensino estaría carente do ponto de vista fónetico e fonologico. O laboratório contemplaria estas abordagens.

Seria necessário:

·         Suporte pedagógico no LL em horários definidos: manhã, tarde e noite;
·         Conversas on line no idioma desejado com o professor;
·         Estruturação de assuntos pré-definidos de acordo com o material do EAD;
·         Troca de experiências entre os alunos, mediada pelo professor;
·         Postagem de material didático pelo professor, podendo ser sobre diversos assuntos: mais abordados, menos abordados, mais polêmicos, menos polêmicos, datas comemorativas; noticias atualizadas. Nos quais os alunos poderão fazer comentários motivando a sua participação;
·         Atividades extra classe;
·         Exercícios de áudio onde o aluno possa repetir material previamente elaborado.
·         Textos de compreensão escrita que serve de apoio pedagogico as disciplinas.
·         E-books virtuais para download;
·         Musicas, piadas, poesias em diversos idiomas separados por idioma.

Prof. Andrés Alberto Soto Tello
Língua Espanhola
Unit / NEAD

VANTAGENS DA EAD

  • Boa preparação e eficácia: Já vimos que, para superar as dificuldades geradas pela separação aluno-professor e aluno-aluno, é necessário preparar cuidadosamente os cursos EAD. Utilizam-se as estratégias de ensino e os meios de comunicação mais adequados. Em geral, os cursos presenciais são preparados por uma única pessoa: o professor. Ao contrário, os cursos de EAD são criados por equipes multidisciplinares: especialistas no conteúdo, nas técnicas de planejamento educacional, na formatação dos materiais de ensino, nos meios de comunicação a serem empregados e nas questões administrativas. Tudo isso contribui para que o material de ensino tenha boa comunicabilidade, isto é, realmente ajude o aluno a apreender o significado daquilo que o curso se propõe a ensinar.
  • Ensino mais individualizado: Já vimos que na preparação de cursos EAD é feito um esforço para levar em conta as diferenças individuais. Isso reduz os esforços do aluno que se dispõe a estudar, tornando a EAD uma forma agradável de aprender. No entanto, é preciso repetir que toda aprendizagem exige trabalho e esforço do aluno.
  • Flexibilidade: A EAD proporciona grande flexibilidade de tempo e de espaço para os alunos, que podem estudar praticamente em qualquer local e em qualquer horário, pelo tempo que necessitam.
  • Comunicação: Além disso, as tecnologias de comunicação permitem que alunos e professores se mantenham em contacto, ainda que fisicamente distantes. Essa troca de idéias permite esclarecimento de dúvidas, trabalho em grupo virtual, debates em plenário virtual. É a interação que complementa o material de ensino, facilitando o domínio dos conhecimentos em estudo pelo aluno.

TICS: UMA REALIDADE PRESENTE MAIS QUE PENSAMOS...

NÃO PERCEBEMOS MAS AS TIC´S ESTÃO PRESENTES EM NOSSO COTIDIANO MAIS QUE PENSAMOS!!!

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Tecnologia e Andragogia: aliadas na educação a distância

Aprendizagem do aluno adulto

N
a EAD não há uma concepção de educação específica, então é necessário investigar o que mais se adequaria em termos de orientação de aprendizagem para alunos adultos, que é a maior demanda da EAD e a formação do indivíduo como um todo, para os dias atuais.

Pode-se dizer que uma teoria única não apresenta respostas a todos os desafios postos na contemporaneidade, mas diretrizes claras embasadas na pluralidade das teorias que buscam construir um homem sujeito do processo educacional pode ser o caminho para aqueles que querem pensar, inovar e desenvolver Educação a Distância.

Entende-se que os princípios da andragogia e as teorias que sinalizam uma pedagogia voltada para o aluno estão trazendo maiores contribuições no trabalho com alunos adultos, principalmente na educação a distância, e estão mais adequadas ao tipo de indivíduo e sociedade atual, pois elas sugerem um indivíduo ativo e autônomo.

Nesse entendimento de mudar, Knowles (1977 p.21) diz que "A teoria da aprendizagem de adultos apresenta um desafio para os conceitos estáticos da inteligência, para as limitações padronizadas da educação convencional...".

O grande educador brasileiro Paulo Freire, que dedicou a maior parte de seus escritos à educação de adultos, compactua desse pensamento, pois posiciona-se contrário às concepções tradicionais imobilistas.

Sendo que o público-alvo da EAD é predominantemente adulto, então entender melhor como este aluno aprende é fundamental.

Para Knowles (1998), houve poucas pesquisas e trabalhos escritos sobre a aprendizagem de adultos. O autor salienta ainda, que isso é surpreendente devido ao fato de todos os grandes mestres da antiguidade ‚ Confúcio e Lao Tse, os profetas hebreus e Jesus nos tempos bíblicos, Aristóteles, Sócrates e Platão na Grécia antiga e Cícero, Evelide e Quintiliano na Roma antiga, eram todos professores de adultos, não de crianças. Assim, eles desenvolveram um conceito de ensino-aprendizagem bem diferente daquele que dominou a educação formal. Eles entendiam a aprendizagem como um processo de investigação mental, não como recepção passiva do conceito transmitido.

Foi na Europa no século 7, que as escolas organizadas para ensinar crianças desenvolveram um conjunto de suposições sobre a aprendizagem e as estratégias de ensino que acabaram sendo conhecidas como "pedagogia", significando literalmente a arte e ciência de ensinar crianças. Este modelo de educação perdurou e é a base de nosso sistema educacional.

Quanto à aprendizagem de adultos, segundo o autor, logo após o fim da primeira guerra mundial, tanto nos Estados Unidos como na Europa, começou a emergir um corpo crescente de noções sobre as características peculiares dos estudantes adultos. Mas só nas últimas décadas, essas noções evoluíram para um framework integrado de aprendizagem de adulto.

Conforme Knowles (1998), duas linhas de investigação se desenvolveram logo após a fundação da Associação Americana para a Educação de Adultos em 1926. Uma linha pode ser classificada como linha de pesquisa científica e a outra a linha artística intuitiva/reflexiva. A primeira busca descobrir um novo conhecimento por intermédio de rigorosa investigação e foi lançada por Edward Thordike, com a publicação de "Aprendizagem Adulta" em 1928. Seus estudos demonstraram que os adultos podiam aprender e isso foi importante, porque forneceu uma fundamentação científica para um campo que tinha sido baseado na mera crença de que adultos podiam aprender. A linha artística, por outro lado, que busca descobrir novos conhecimentos por intuição e análise da experiência, estava preocupada em como o adulto aprende. Esta linha de investigação foi lançada com a publicação de "O significado da Educação de Adultos" de Eduard C. Lindeman em 1926, fortemente influenciada pela filosofia educacional de John Dewey (1).

Lindeman apud Knowles (1998) fundamentou a teoria sistemática sobre a aprendizagem de adultos com declarações como estas:
- "... a abordagem à educação de adultos seguirá pela via de situações, não de assuntos. ... Na educação convencional exige-se que o estudante se ajuste a um currículo estabelecido; na educação de adultos o currículo é elaborado ao redor das necessidades e interesses do estudante. Textos e professores desempenham um novo e secundário papel nesse tipo de educação; eles têm que dar importância primária aos estudantes".(p.8-9).

- "...o recurso mais valioso na educação de adultos é a experiência do estudante. Muito da aprendizagem se consiste da substituição delegada da experiência e conhecimento da outra pessoa. ...A experiência é o livro da vida do estudante adulto".(p.9-10).

- "O ensino autoritário, testes que barram o pensamento, fórmulas pedagógicas rígidas ‚ todas essas coisas não têm lugar na educação de adultos. ...adultos que desejam manter suas mentes estimuladas, que começam aprender pelo confronto de situações pertinentes, que exploram suas experiências antes de recorrer a textos e fatos secundários, que são conduzidos na discussão por professores que também buscam a sabedoria e não oráculos: isto constitui o estabelecimento da educação de adulto, a moderna indagação para o significado da vida (p.10-11).

- "A teoria de aprendizagem de adultos apresenta um desafio para os conceitos estáticos da inteligência, para as limitações padronizadas da educação convencional e para a teoria que restringe as facilidades educacionais a uma classe intelectual. ... A educação de adultos é uma tentativa de descobrir um novo método e criar um novo incentivo para aprender, suas implicações são qualitativas, não quantitativas. Os estudantes adultos são justamente aqueles cujas aspirações intelectuais são menos prováveis de serem despertadas pelas instituições de aprendizagem convencionalizadas, rígidas e inflexíveis".(p.17-18)

AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM

A educação a distância pode ser compreendida como o processo
planejado de ensino-aprendizagem, mediado por tecnologias, no qual
professores e alunos não estão fisicamente presentes num mesmo local, mas
espacial e temporalmente separados (BELLONI, 2008; MOORE, KEARSLEY, 2007).
recursos disponíveis em cada geração: correspondência, radio/televisão,
teleconferência e ambiente interativo.
Com o desenvolvimento da
computador, surgiram diversas ferramentas para auxiliar a criação e a oferta de
cursos mediados por essas tecnologias, tais como os ambientes virtuais de
aprendizagem (AVAs). De acordo com Santos (2003), apesar da expressão
Historicamente, a EaD utilizou diferentes tecnologias, de acordo com osinternet e a popularização do uso do
ambientes virtuais de aprendizagem
conceito não é tão claro e merece atenção. De modo geral, um AVA refere-se
ao uso de recursos digitais de comunicação, principalmente, através de
ser, atualmente, muito utilizada, seu
softwares
(OLIVEIRA
De acordo com Oliveira
pode ser conceituado como os espaços das relações com o saber, o qual é o
objeto maior do processo de aprendizagem. Tais espaços são compreendidos
pelos autores como ambientes favorecedores da construção do conhecimento
que ocorre a partir das interações dos alunos com os conteúdos, com os outros
alunos e com os professores (OLIVEIRA
aula é o principal, e tradicional, ambiente de aprendizagem, construído
especialmente com o objetivo de ser o local no qual ocorre o processo
educacional.
et al. (2004), um ambiente de aprendizagemet al. 2004, p. 118). Por isso, a sala de

Profª Patrícia Batista
educacionais via web que reúnem diversas ferramentas de interaçãoet al., 2004; VALENTINI, SOARES, 2005).

Fundamentos Históricos e Prognósticos da Educação a Distância

PROFª PATRÍCIA BATISTA

Educação a Distância - Definição e Influência

PROF. MARCIO FIDELIS

Crescimento da educação a distância

PROF. MARCIO FIDELIS

Avaliação em EaD

PROFª PATRÍCIA BATISTA

O tutor na docência online

PROFª PATÍCIA BATISTA

Educação à Distância

PROFª PATRÍCIA BATISTA

Ensino a Distância

PROF. MARCIO FIDELIS

Tecnologia na Educação a Distância



PROF. MARCIO FIDELIS

Perfil do Aluno em EAD

Perfil do Aluno em EAD.

Prof. Marcio Fidelis

AVALIAÇÃO EM EAD - REFLEXÕES

Sistemas em Ead

  1. Quando olhamos para nossa experiência em sala de aula, um bom curso é aquele que nos empolga, que nos surpreende, que nos faz pensar, que nos envolve ativamente, que traz contribuições significativas e que nos põe em contato com pessoas, experiências e ideias interessantes. Às vezes, um curso promete muito, tem tudo para dar certo e nada acontece. Em contraposição, outro que parecia servir só para preencher uma lacuna, torna-se decisivo.

    Um curso considerado "bom" depende de um conjunto de fatores previsíveis e de uma "química", ou seja, de uma forma de juntar os ingredientes de um modo especial, que faz a diferença.


    A seguir, vamos apresentar, segundo Neves, quais os principais "nós" que sustentam a qualidade de um curso distância.
    1. Concepção educacional do curso.
    2. Desenho do projeto: a identidade da educação a distância
    3. Sistema de tutoria: cursos a distância têm professores, sim
    4. Sistema de Comunicação: a interação é fundamental
    5. Recursos educacionais
    6. Infra-estrutura de apoio
    7. Sistema de avaliação contínuo e abrangente


    Segundo Moran, um bom curso de educação a distância procura ter um planejamento bem elaborado, mas sem rigidez excessiva. Permite menos improvisações do que uma aula presencial, mas também deve evitar a execução totalmente hermética, sem possibilidade de mudanças, sem prever a interação dos alunos. Precisamos aprender a equilibrar o planejamento e a flexibilidade (que está ligada ao conceito de liberdade, de criatividade). Nem planejamento fechado, nem criatividade desorganizada, que vira só improvisação.
    Avançaremos mais se soubermos adaptar os programas previstos às necessidades dos alunos, criando conexões com o cotidiano, com o inesperado, se conseguirmos transformar o curso em uma comunidade viva de investigação, com atividades de pesquisa e de comunicação.
    Com a flexibilidade, procuramos adaptar-nos às diferenças individuais, respeitar os diversos ritmos de aprendizagem, integrar as diferenças locais e os contextos culturais. Com a organização, buscamos gerenciar as divergências, os tempos, os conteúdos, os custos, estabelecemos os parâmetros fundamentais.
    Um curso presencial ou um curso a distância que sejam eficientes e produtivos certamente sempre serão dispendiosos, porque envolvem a necessidade de qualidade pedagógica e tecnológica. E a qualidade não se improvisa. Ela tem um alto custo, direto ou indireto. Mas vale a pena. Só assim podemos avançar de verdade.
    Além disto, é fundamental entender que um sistema de educação a distância é, de fato, um sistema. Um sistema complexo!

    Segundo Bielshowisck, um sistema de EAD deve contemplar algumas questões básicas:
1) Precisa apresentar objetivos claramente estabelecidos, ou seja, oferecer um projeto político/pedagógico bem definido e consistente com seus propósitos;

2) Deve utilizar um material didático impresso e, eventualmente, também em meios digitais, com conteúdo sólido e preparado para o processo de educação a distância;

3) Precisa contemplar uma solução clara para o sistema de tutoria, peça chave no sucesso de um sistema de EAD;

4) Deve dispor de plataformas tecnológicas adaptadas às necessidades da proposta e, ao mesmo tempo, de elementos tecnológicos não excludentes, do ponto de vista do acesso aos estudantes;

5) Precisa indicar uma solução física e operacional que garanta encontros presenciais e disponibilize espaços de ensino/aprendizagem (laboratórios, biblioteca, etc.) próximos ao estudante;
6) Precisa contemplar um sistema consistente de avaliação;

7) Necessita de uma equipe docente altamente qualificada, tanto do ponto de vista do conteúdo específico, quanto no que concerne a pressupostos pedagógicos, uma vez que esta equipe estará multiplicando seus conhecimentos, de forma interativa, para um número de alunos muito maior que aquele praticado pelo ensino presencial;

8) Necessita de uma infra-estrutura administrativa/operacional que garanta a eficácia de todas as complexas etapas do processo.
Enquanto em sistema de educação presencial, uma eventual falha em um dos elementos do processo pode ser reparada sem grandes prejuízos, o mesmo não ocorre no processo de Educação a Distância.
Em síntese, o sucesso de um programa de Educação Superior a Distância depende criticamente do cumprimento dos procedimentos planejados em seu projeto.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Sistema de EaD: do AVA aos Processos de Mediatização e Avaliação.



(Considerações para o Fórum 02 – Sistemas em EaD - Especialização em Docência e Tutoria em EaD/UNIT)
 
 
          É notório que as TICs estão contribuindo para a transformação do aprendizado. Elas abrem outros modos de aprender que não se restringem aos “muros” da escola. É sabido também que por meio dessas tecnologias se constroem espaços abertos, dinâmicos, interativos e de criticidade. Então considero que pensar a educação hoje implica na preocupação da escolha de processos de mediatização que dêem conta da amplitude e dinâmica do campo da informação/comunicação. Campo este que vem (re) significando consideravelmente as relações do sujeito com os “mecanismos” para se aprender a aprender, com a compreensão de espaço/tempo, com as várias possibilidades de interações afetivas e simbólicas produzidas por diferentes elementos (virtuais ou não).
Com o desenvolvimento dos AVAs percebe-se que a construção do conhecimento têm se tornado mais célere e freqüente, pois a gama de interfaces (chat, fórum, listas de discussão, blogs, mensagens eletrônicas, rede de relacionamentos) que se coloca a disposição do aprendiz se torna um aliado, sempre a sua disposição, para ajudá-lo a “ler”o mundo e interagir com ele. Mas é pertinente observar que mesmo estas interfaces, tão oportunas para o cenário educacional atual, precisam de constantes avaliações para identificar se estas propostas de atividades estão, de fato, estabelecendo coerência pedagógica com o que preconiza o curso oferecido, até mesmo porque é necessário ter clareza de que todo o sistema envolto na aprendizagem atende ao seu papel dentro da abordagem educacional, para que haja comprometimento com a qualidade, seja na mediação, edição e diagramação de um material, no atendimento direto ao aluno, na aplicabilidade do processo avaliativo ou em qualquer outra atividade desenvolvida em um curso. E desta forma, permitir ao sujeito aprendiz múltiplas formas de mediatizar e protagonizar os processos cognitivos.

                                  Paula Patrícia Santos Oliveira

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Video sobre educação a Distancia


Após assistir o video e ler os materiais postados, poderiamos iniciar nossa interação apresentando nossas considerações, tendo como foco o seguinte pressuposto "O Papel social da EaD".

Os Desafios da Educação a Distância

 

Os Desafios da Educação a Distância

E-mail Imprimir PDF
Anna Maria Lima Sales

A demanda pela Educação a Distância cresce a cada dia para atender às exigências de um mundo em mudanças aceleradas e com menor disponibilidade de tempo e espaços formais para a educação. Hoje várias instituições de ensino desenvolvem estudos e experiências para aperfeiçoar o processo de transposição da educação para além de seus muros.
O processo de uso da Internet na instrução é um fenômeno espantoso, sobretudo no ensino superior, frente ao processo de democratização do saber, à valorização da informação e ao uso das novas tecnologias de informação e comunicação na sociedade do conhecimento.
Para Baudrillard (1997), a Internet apenas simula espaço de liberdade e de descoberta. O operador interage com elementos conhecidos, sites estabelecidos e códigos instituídos.
No entanto, Pierre Lévy ( 1999) proclama: "fluida, virtual, ao mesmo tempo reunida e dispersa, essa biblioteca de babel não pode ser queimada (...) As águas deste dilúvio não apagarão os signos gravados: são inundações de signos".
O fato de não haver consenso acerca do uso da Internet não diminui a sua importância no contexto escolar. As novas tecnologias têm um grande potencial para trazer importantes mudanças à Educação.
As novas práticas de docência em Sistemas de EAD nos remetem à reflexão acerca da necessidade de uma proposta metodológica mais ampla em todos os contextos dos ambientes de aprendizagem da nova era. É preciso criar novas abordagens no campo da Tecnologia Educacional e procurar superar as limitações referentes às perspectivas teórico-metodológicas.
O planejador de cursos em EAD precisa estar atento aos novos paradigmas para o tratamento do planejamento, desenvolvimento e avaliação em cursos on line.
E quanto aos aspectos afetivo-emocionais? Por ser o domínio afetivo considerado uma subcategoria de aprendizagem, comumente o virtual está associado ao tecnológico, desprovido de humanização. Para se ensinar eficazmente on line, as manifestações afetivas precisam ser compreendidas em sua essência. É chegada a hora de desmitificar o ciberespaço.
Diante desse cenário desafiador de novas maneiras de ensinar e aprender, nada melhor do que finalizar com as palavras do teórico otimista do ciberespaço, Pierre Lévy:
Seres humanos, pessoas daqui e de toda parte, vocês que são arrastados no grande movimento da desterritorialização, vocês que são enxertados no hipercorpo da humanidade e cuja pulsação ecoa as gigantescas pulsações deste hipercorpo, vocês que pensam reunidos e dispersos entre o hipercórtex das nações, vocês que vivem capturados, esquartejados, nesse imenso acontecimento do mundo, que não cessa de voltar a si e de recriar-se, vocês que são jogados vivos no virtual, vocês que são pegos nesse enorme salto que nossa espécie efetua em direção à nascente do fluxo do ser, sim, no núcleo mesmo desse estranho turbilhão, vocês que estão em sua casa. Bem-vindos à nova morada do gênero humano. Bem-vindos aos caminhos do virtual! (O que é o Virtual, 1996,pag.150)

*Anna Maria Lima Sales, Técnica em Assuntos Educacionais - MEC - SESu/DEREM
Fonte:http://www.portaleducacao.com.br/educacao/principal conteudo.asp?id=2318

Material didático na EAD e Avaliação

Posted on outubro 11th, 2010 Glaucio J C Machado No comments

Leia o artigo completo em: Revista Scientia Plena, v. 6, n. 7, julho de 2010

A preocupação com a criação de condições para a aprendizagem do aluno deve estar presente, obviamente, em todas as modalidades de ensino. Na Educação a Distância (EAD) o material didático constitui-se em elemento mediador entre o aluno e o conteúdo a ser aprendido e traz em seu cerne a concepção pedagógica que norteia o ensino-aprendizagem do curso.
A probabilidade de sucesso de um curso a distância é diretamente proporcional à sua qualidade pedagógica e, nos materiais didáticos, a qualidade pedagógica pode ser alcançada primando-se pelo caráter intelectual do conteúdo e suas múltiplas possibilidades de interação e estímulo.
O material didático de cursos a distância deve destinar-se a orientar os estudos, promover a ampliação do conhecimento, facilitar a compreensão crítica dos conteúdos, instigar o hábito de pesquisa e promover a avaliação do processo de aprendizagem. Assim, em consonância com a fundamentação didática e pedagógica do curso, encontrarão soluções que congreguem a viabilização da aprendizagem em todos os aspectos que permeiam a transmissão de conteúdo através da tecnologia. Outrossim, seja ele impresso, audiovisual ou disponível na WEB ele deve, sobretudo, favorecer a autonomia do aluno, promovendo interação, estímulo e aquisição de conhecimento.
Com vistas a avançar na aprendizagem, mesmo no cenário da aprendizagem virtual, se faz  necessária a realização de avaliações, que através de um processo de coleta de dados permite  verificar se os objetivos e propostas dos cursos – em relação ao conhecimento construído pelo  seu corpo discente – estão sendo atingidos, e, por conta das múltiplas modalidades de interação,  esta deve ocorrer de forma diversificada, sintonizada com cada uma das especificidades do processo.
Diagnosticar as condições dos alunos quando do início do curso, detectar e controlar as falhas e insucessos no decorrer da aprendizagem e classificar os objetivos alcançados são aspectos que, quando devidamente avaliados, podem promover o sucesso do ensino virtual. Nessa perspectiva, o processo de avaliação deve representar momentos privilegiados para alunos e professores, promovendo possibilidades de correlacionar resultados, intensificar os acertos e corrigir os equívocos, principalmente em se tratando de uma modalidade de ensino em processo de consolidação.
Poderá também gostar de:

EAD UMA ALTERNATIVA


Antes de criticar temos que conhecer, saber o que se trata!!
Esse simples video mostra a importância da EAD

EAD NO BRASIL


As ocorrências mais relevantes na história do EAD no Brasil estão resumidas a seguir (Pimentel, l995, p. 101, 104).

1923 Fundação da Rádio Sociedade do Rio de Janeiro;
1936 Doação da Rádio Sociedade do Rio de Janeiro ao Ministério da Educação e Saúde;
1937 Criação do Serviço de Radiodifusão Educativa do Ministério da Educação;
1959 Início das escolas radiofônicas em Natal (RN);
1960 Início da ação sistematizada do Governo Federal em EAD; contrato entre o MEC e a CNBB: expansão do sistema de escolas radiofônicas aos estados nordestinos, que faz surgir o MEB - Movimento de Educação de Base -, sistema de ensino a distância não - formal;

1965 Inicio dos trabalhos da Comissão para Estudos e Planejamento da Radiodifusão Educativa;
.
1966 a 1974 Instalação de oito emissoras de televisão educativa: TV Universitária de Pernambuco, TV Educativa do Rio de Janeiro, TV Cultura de São Paulo, TV Educativa do Amazonas, TV Educativa do Maranhão, TV Universitária do Rio Grande do Norte, TV Educativa do Espirito Santo e TV Educativa do Rio Grande do Sul;
1967 Criada a Fundação Padre Anchieta, mantida pelo Estado de São Paulo, com o objetivo de promover atividades educativas e culturais através do rádio e da televisão (iniciou suas transmissões em 1969); constituída a Feplam (Fundação Educacional Padre Landell de Moura), instituição privada sem fins lucrativos, que promove a educação de adultos através de tele-educação por multimeios;

1969 TVE Maranhão/CEMA - Centro Educativo do Maranhão: programas educativos para a 5ª série, inicialmente em circuito fechado e a partir de 1970 em circuito aberto, também para a 6ª série;
1970 Portaria 408 - emissoras comerciais de rádio e televisão: obrigatoriedade da transmissão gratuita de cinco programas semanais de 30 minutos diários, de segunda a sexta- feira, ou com 75 minutos aos sábados e domingos. É iniciada, em cadeia nacional, à serie de cursos do Projeto Minerva, irradiando os cursos de Capacitação Ginasial e Madureza Ginasial, produzidos pela Feplam e pela Fundação Padre Anchieta;

1971 Nasce a ABT - inicialmente como Associação Brasileira de Tele-Educação, que já organizava, desde 1969, os Seminários Brasileiros de Tele-Educação atualmente denominados Seminários Brasileiros de Tecnologia Educacional. Foi pioneira em cursos a distância, capacitando os professores através de correspondência;
1972 Criação do Prontel - Programa Nacional de Tele-Educação - que fortaleceu o Sinred - Sistema Nacional de Radiodifusão Educativa;
1973 Projeto Minerva passa a produzir o Curso Supletivo de 1º Grau, II fase, envolvendo o MEC, Prontel, Cenafor e secretarias de Educação;

1973-74 Projeto SACI conclusão dos estudos para o Curso Supletivo "João da Silva", sob o formato de telenovela, para o ensino das quatro primeiras séries do lº grau; o curso introduziu uma inovação pioneira no mundo, um projeto - piloto de tele - didática da TVE, que conquistou o prêmio especial do Júri Internacional do Prêmio Japão;

1974 TVE Ceará começa a gerar tele-aulas; o Ceteb - Centro de Ensino Técnico de Brasília - inicia o planejamento de cursos em convênio com a Petrobrás para capacitação dos empregados desta empresa e do projeto Logus II, em convênio com o MEC, para habilitar professores leigos sem afastá-los do exercício docente;
1978 Lançado o Telecurso de 2º Grau, pela Fundação Padre Anchieta (TV Cultura/SP) e Fundação Roberto Marinho, com programas televisivos apoiados por fascículos impressos, para preparar o tele-aluno para os exames supletivos;
l979 Criação da FCBTVE - Fundação Centro Brasileiro de Televisão Educativa/MEC; dando continuidade ao Curso "João da Silva", surge o Projeto Conquista, também como telenovela, para as últimas séries do primeiro grau; começa a utilização dos programas de alfabetização por TV - (MOBRAL), em recepção organizada, controlada ou livre, abrangendo todas as capitais dos estados do Brasil;

1979 a 1983 É implantado, em caráter experimental, o Posgrad - pós-graduação Tutorial a Distância - pela Capes - Coordenação de Aperfeiçoamento do Pessoal de Ensino Superior - do MEC, administrado pela ABT - Associação Brasileira de Tecnologia Educacional - com o objetivo de capacitar docentes universitários do interior do pais;
1981 FCBTVE trocou sua sigla para FUNTEVE: Coordenação das atividades da TV Educativa do Rio de Janeiro, da Rádio MEC-Rio, da Rádio MEC-Brasília, do Centro de Cinema Educativo e do Centro de Informática Educativa;

1983 / 1984 Criação da TV Educativa do Mato Grosso do Sul;
Inicio do "Projeto Ipê", da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo e da Fundação Padre Anchieta, com cursos para atualização e aperfeiçoamento do magistério de 1º e 2º Graus, utilizando-se de multimeios;
1988 "Verso e Reverso - Educando o Educador": curso por correspondência para capacitação de professores de Educação Básica de Jovens e Adultos MEC/Fundação Nacional para Educação de Jovens e Adultos (EDUCAR), com apoio de programas televisivos através da Rede Manchete;
1991 0 "Projeto Ipê" passa a enfatizar os conteúdos curriculares;
1991 A Fundação Roquete Pinto, a Secretaria Nacional de Educação Básica e secretarias estaduais de Educação implantam o Programa de Atualização de Docentes, abrangendo as quatro séries iniciais do ensino fundamental e alunos dos cursos de formação de professores. Na segunda fase, o projeto ganha o titulo de "Um salto para o futuro";

1992 0 Núcleo de Educação a Distância do Instituto de Educação da UFMT (Universidade Federal do Mato Grosso), em parceria com a Unemat (Universidade do Estado do Mato Grosso) e a Secretaria de Estado de Educação e com apoio da Tele-Université du Quebec (Canadá), cria o projeto de Licenciatura Plena em Educação Básica: 1ª a 4ª séries do 1º grau, utilizando a EAD. 0 curso é iniciado em 1995.

EAD PELO MUNDO ....


0 quadro abaixo relaciona os principais marcos históricos internacionais da EAD nos últimos três séculos (Landim, 1997, pp. 2, 3 e 4, resumido e atualizado):
1728 A Gazeta de Boston, em sua edição de 20 de março, oferece num anúcio: "material para ensino e tutoria por correspondência";
l833 0 número 30 do periódico sueco Lunds Weckoblad comunica a mudança de endereço, durante o mês de agosto, para as remessas postais dos que estudam "Composição" por correspondência;
1840 Um sistema de taquigrafia à base de fichas e intercâmbio postal com os alunos é criado pelo inglês Isaac Pitman;
1843 Funda-se a Phonographic Correspondence Society, que se encarrega de corrigir as fichas com os exercícios de taquigrafia anteriormente aludidos;

1856 Em Berlim, a Sociedade de Línguas Modernas patrocina os professores Charles Toussain e Gustav Laugenschied para ensinarem francês por correspondência;

1858 A Universidade de Londres passa a conceder certificados a alunos externos que recebem ensino por correspondência;
1873 Surge, em Boston, EUA, a Sociedade para a Promoção do Estudo em Casa;
1883 Começa a funcionar, em Ithaca, no Estado de Nova Iorque, EUA, a Universidade por Correspondência;
1891 Por iniciativa do reitor da Universidade de Chicago, W. Raineu Harper, é criado um Departamento de Ensino por Correspondência;
.
Na Universidade de Wisconsin, os professores do Colégio de Agricultura mantém correspondência com alunos que não podem abandonar seu trabalho para voltar às aulas no campu;
Nos Estados Unidos são criadas as Escolas Internacionais por Correspondência;
1894 0 Rutinsches Fernelehrinstitut de Berlim organiza cursos por correspondência para obtenção do Abitur (aceitação de matrícula na Universidade);
1903 Julio Cervera Baviera abre, em Valência, Espanha, a Escola Livre de Engenheiros;
As Escolas Calvert de Baltimore, EUA, criam um Departamento de Formação em Casa, para acolher crianças de escolas primárias que estudam sob a orientação dos pais;
1910 Professores rurais do curso primário começam a receber material de educação secundária pelo correio, em Vitória, Austrália;

1911 Ainda na Austrália, com a intenção de minorar os problemas das enormes distâncias, a Universidade de Queensland começa a experiência para solucionar a dificuldade;

1914 Na Noruega, funda-se a Norst Correspondanseskole e, na Alemanha, a Fernschule Jena;

1920 Na antiga URSS, implanta-se, também, este sistema por correspondência;

1922 A New Zeland Correspondence School começa suas atividades com a intenção inicial de atender a crianças isoladas ou com dificuldade de freqüentar as aulas convencionais. A partir de 1928, atende também a alunos do ensino secundário;

1938 No Canadá, na cidade de Victória, realiza-se a Primeira Conferência Internacional sobre a Educação por Correspondência;
1939 Nasce o Centro Nacional de Ensino a Distância na França (CNED), que, em principio, atende, por correspondência, a crianças refugiadas de guerra. É um centro público, subordinado ao Ministério da Educação Nacional;
1940 Na década de quarenta, diversos países do centro e do leste europeus iniciam esta modalidade de estudos. Já por estes anos os avanços técnicos possibilitam outras perspectivas que as de ensino meramente por correspondência;
1946 A Universidade de Sudafrica (UNISA) começa a ensinar também por correspondência;
1947 Através da Radio Sorbonne, transmitem-se aulas de quase todas as matérias literárias da Faculdade de Letras e Ciências Humanas de Paris;

1951 A Universidade de Sudafrica, atualmente única Universidade a Distância na África, dedica-se exclusivamente a desenvolver cursos a distância;
1960 Funda-se o Beijing Television College, na China, que encerra suas atividades durante a Revolução Cultural, o que acontece também ao restante da educação pós-secundária;
1962 Inicia-se, na Espanha, uma experiência de Bacharelado Radiofônico;

A Universidade de Dehli cria um Departamento de Estudos por Correspondência, como experiência para atender aos alunos que, de outro modo, não podem receber ensino universitário;
1963 Surge na Espanha o Centro Nacional de Ensino Médio por Rádio e Televisão, que substitui o Bacharelado Radiofônico, criado no ano anterior;
Inicia-se, na França, um ensino universitário, por radio, em cinco Faculdades de Letras (Paris, Bordeaux, Lille, Nancy e Strasbourg) e na Faculdade de Direito de Paris, para os alunos do curso básico;
Duas instituições neozelandesas se unem (Victoria University of Wellington e Massey Agricultural College) e formam a Massey University Centre for University Extramural Studies da Nova Zelândia;
1968 O Centro Nacional de Ensino Médio por Rádio e Televisão da Espanha se transforma no Instituto Nacional de Ensino Médio a Distância (INEMAD);
1969 Cria-se a British Open University, instituição verdadeiramente pioneira e única do que hoje se entende como educação superior a distância. Inicia seus cursos em 1971. A partir desta data, a expansão da modalidade tem sido inusitada;
l972 Cria-se em Madri, Espanha, a Universidad Nacional de Educacion a Distancia (UNED), primeira instituição de ensino superior a suceder a Open University em nível mundial;
1974 Criada a Universidade Aberta de Israel, que oferece, em hebreu, cerca de 400 cursos em domínios variados;
1975 Criada a Fernuniversitätt, na Alemanha, dedicada exclusivamente ao ensino universitário;
1979 Criado o Instituto Português de Ensino a Distância, cujo objetivo era lecionar cursos superiores para população distante das instituições de ensino presencial e qualificar o professorado;

1988 0 Instituto Português de Ensino a Distância dá origem a Universidade Aberta de Portugal;

Pesquisar este blog